IMPORTANTE: Os textos aqui transcritos, foram retirados na integra do site oficial do FC Porto (www.fcporto.pt)

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actualizado em 28|05|2009

28-05-2009 LABAREDAS

É só choradeira…

Enquanto permite que se discuta em praça pública o seu comando técnico envolvendo um adversário directo e anuncia a composição do seu (uma vez mais…) super-plantel, há um clube que ficou a «escassos» 11 pontos do Tetracampeão e que se entretém em exercícios rebuscados de demagogia. «Onde páram 16 pontos»? O Labaredas dá uma pista… Primeiro corrijam o erro de ortografia no «param», a seguir procurem um espelho e detectem a incompetência generalizada de quem vive de uma tradição esfarrapada.

Chamam-lhe «verdade inconveniente». Sim, o Tetra do F.C. Porto é de facto uma verdade inconveniente. Especialmente para quem não gosta do clube, resume os seus méritos nos queixumes do costume e teima em não reconhecer a dimensão de elite que os Dragões atingiram.

Depois de terem tentado jogar a UEFA Champions League na secretaria e não nos melhores palcos do planeta, após novo falhanço do enésimo «melhor plantel de sempre», no encerramento de mais um ano para esquecer, nada melhor que uma contabilidade ardilosa para nos fazer rir. Insistam em lançar poeira para o ar. O verão é longo. E nos meses de canícula, claro, vocês são sempre campeões! Viva a silly season!

 

31-03-2009 LABAREDAS
Gatos esfolados

Chove? A culpa é do F.C. Porto; Está sol? Aponte-se o dedo aos Dragões; A sua equipa perde? Influência azul e branca; A sua equipa vence? Jorge Nuno Pinto da Costa distraiu-se. Bendita criatividade! Acordam e deitam-se a pensar no melhor clube português. É certo que o Tricampeão lhes inflama os cotovelos e o par de extremidades ao nível da testa, ainda assim não deixa de ser caricato. Dizem mal, mas também ganham a vida a escrever sobre o F.C. Porto.

O Labaredas assume um pedido humilde: De futuro, digam em que parte é para achar piada. Tipo: «Rir à terceira palavra da quarta linha do segundo parágrafo». É mais fácil, poupam tempo a quem lê e sempre conseguem manter o estatuto de «humoristas». Ou de «uma espécie» de humoristas. Daqueles que se fixam apenas no «istas» e esquecem o «humor». No «istas» de anti-portistas.

É evidente que as páginas de A Bola e Record vão continuar a ser ocupadas por estas anedotas. E até faz sentido. Significa que o F.C. Porto continua a ganhar e a doença não lhes passou. O Labaredas encolhe os ombros aos figurões que fazem. E não se importa de contribuir para que continuem fedorentos, portanto esta é de borla: Escrevam sobre a «labareda» de hoje nos próximos artigos. É um orgulho ajudar a pagar o personal trainer das vossas esposas.

 

23-03-2009 LABAREDAS
Há taças e… taças

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, afinal, sabe entregar troféus. Este sábado, entre confetis, cheerleaders e polémica, a Taça Carlsberg acabou nas mãos de um dos contendores, ao contrário do que sucede com o símbolo do Campeonato Nacional, que tarda em alcançar o seu destino. O Labaredas registou e este caso inaudito parece longe do epílogo lógico.

 

08-03-2009 LABAREDAS
Já nem «eles» lêem o 24 Horas!

O Labaredas ainda suspeitou que fosse efeito da preguiça matinal, mas percebeu no instante seguinte que era mesmo assim. «Mais um penálti, mais uma vitória para o líder». A insinuação na capa do 24 Horas nada tinha a ver com o jogo do Estádio do Mar… nem com os textos publicados algumas páginas adiante. A primeira falha é recorrente; a segunda dá vontade de rir! Estaremos todos a dormir? Será que nem as chefias lêem o jornal?

 

Organizem-se! Como podem escrever, em jeito de comentário e crónica, que «a equipa de Jesualdo Ferreira puxou dos galões e venceu de forma clara, com uma das melhores exibições da época» e que «os leixonenses foram arrasados» e depois rebuscar as maldades do costume? Só pode ser em virtude dos preconceitos sobre o F.C. Porto… Ou será que já tinham a primeira página preparada ao intervalo?

 

O Labaredas acordou ensonado, mas arregalou rapidamente os olhos. Dizer mal é que está a dar. Mesmo quando se dá um tiro no pé!

 

05-03-2009 LABAREDAS
Pedagogia encarnada

Ora aí está um bom exemplo de pedagogia! Quando tanto se fala de fair play e verdade desportiva, o Labaredas deu de caras com esta pérola. Não é que há um jogador que diz que o golo mais especial que marcou foi em fora-de-jogo? Chama-se David Luiz, veste de vermelho e… consentiu-nos uma enorme gargalhada.

 

«Um golo marcante foi esta época, mesmo em fora-de-jogo, com o Braga». O Labaredas teve de reler a notícia para concluir que não estava equivocado. Mas não. Foi mesmo assim, com todas as letras, para jovem do Externato Rainha D. Amélia ouvir. Nada mais apropriado para uma jornada de promoção do desporto junto das crianças

 

21-02-2009 LABAREDAS

Dúvidas monocromáticas

Hulk é bloqueado e Cissokho abalroado. O árbitro não detecta infracções e os comentadores televisivos aplaudem. Nada de especial, asseguram. Mais tarde, o «Incrível» é rasteirado e a lógica invertida. O juiz vê, toda a gente vê. Grande penalidade. Agora, contudo, nascem dúvidas na certeza. Polémico, alvitram. O Labaredas já percebeu a «coerência»: Quando é a favor do F.C. Porto é sempre melhor colocar em causa. Fica bem, convencem-se.

As imagens que lhes despertam hesitações são as mesmas que suportam as análises nos jornais de hoje. Os interessados podem ler que a equipa de arbitragem actuou com acerto. Eu deixava seguir o lance. O Labaredas volta a sorrir ao recordar o amuo dos comentadores, cerrando os olhos à evidência: Houve ou não benefício directo de uma ilegalidade? Que não, que o Paços merecia um golo, que a decisão é questionável. Enfim…

 

20-02-2009 LABAREDAS

Atestado de incompetência

A cerca de três meses do final do campeonato, já há quem acredite que apenas poderá atingir os objectivos que apregoa através do recurso a artifícios de secretaria, que nada têm a ver com o desempenho no relvado e com o futebol propriamente dito. O Labaredas até acha que o ridículo lhes assenta na perfeição, mas não pode deixar de chamuscar mais esta tentativa bacoca de obter proveitos fora de campo.

Será agora interessante perceber se quem gere desportivamente o clube em questão dá cobertura aos ecos destes expedientes desesperados no balneário. Que tipo de confiança sente uma equipa que vê os seus responsáveis administrativos à procura de metas internacionais em palcos que não implicam os futebolistas? O Labaredas suspeita que devem estar com o espírito de quem chocou de frente com um inquestionável atestado de incompetência.

 

19-02-2009 LABAREDAS

Já estão a investigar?

Há um tema no ar que continua a intrigar o Labaredas. Será que as autoridades competentes já recuperaram as declarações recentes do ex-presidente da Assembleia-Geral da FPF acerca da visita do Sp. Braga à Luz? Já estão a investigar o seu teor e possíveis implicações? Perdoem esta chama de curiosidade, mas não parece normal se as palavras de Mesquita Machado passarem em claro.

O ex-presidente da AG da FPF afirmou ter «conhecimento de que teria havido influências externas para que o árbitro fosse alterado». Perante isto, já entraram em campo os justiceiros do costume? Ou será que há colours que a razão desconhece? 

 

18-02-2009 FUTEBOL

Jornalista de café

 

Podem acusar o Labaredas de plágio, mas a reprodução até não deixa de ser irónica. «Por incrível que possa parecer», há um jornalista (?) de TV que lança uma notícia com a sua opinião e deixa os factos para segundo plano. Ontem, quem viu o Jornal Nacional da TVI ficou a saber que o pivot acha «incrível» o que devia merecer-lhe unicamente equidistância. É o que dá a clubite aguda.

Trata-se de mais um vermelho por dentro e por fora. Nunca o escondeu. Escusa é de o demonstrar no cumprimento de tarefas profissionais que lhe exigem isenção, rigor e objectividade. Que era mau a escolher clubes já todos sabíamos. Descobrimos agora que também deixa a desejar enquanto jornalista.

«Pedro Proença, árbitro do F.C. Porto-Benfica, teve nota negativa pelo seu desempenho no clássico, mas, por incrível que possa parecer, em causa não está o penálti inexistente que permitiu ao F.C. Porto empatar a partida».

«Incrível?» «Inexistente?» Não terá confundido o estúdio com a mesa do café?

 

17-02-2009 LABAREDAS

Um filme azul e branco

 

O Labaredas acompanhou com atenção a energia de Manoel de Oliveira na Gala dos Dragões de Ouro 2007/08. E registou um lema que devia ser credo para quem nasce nesta margem do Douro.

«Não é especial, é especialíssimo. Nasci no Porto, vivo no Porto e amo a minha cidade. Todo o trabalho do F.C. Porto é um trabalho que me toca sempre o fundo do coração».

 

13-02-2009 LABAREDAS

Castiguem-nos!

O Labaredas não ficou indiferente ao ruído do histerismo: «Castiguem!». Numa manhã marcada pela falta de equidade jornalística – as manchetes só servem para punições prévias e «esquecem» os arquivamentos de processos -, os pasquins do costume dão eco a tentativas amorfas de fazer queixinhas. É uma espécie de estrebuchar desesperado.

Melhor que qualquer psicólogo, sentenciam intenções, tornam-se especialistas em motricidade e vestem a pele dos juízes. Faz parte do desatino, da manipulação, da falta de jeito. Pelo Labaredas, está tudo bem. Castiguem-nos!

Peçam castigos por sermos os melhores, por sermos Tricampeões, por sermos admirados além fronteiras. Força! O F.C. Porto, o Estádio do Dragão, o Rio Douro. Castiguem tudo! Castiguem a Torre dos Clérigos, que está ali há anos, acampada, em fora-de-jogo, claramente adiantada em relação à penúltima árvore do Jardim da Cordoaria. Queixem-se à vontade, clamem pela justiça que mais vos aprouver. Nós vamos continuar a ganhar!

 

10-02-2009 LABAREDAS
Palmas para quem?!?

Acham normal um presidente de uma autarquia defender uma ilegalidade? É com estes discursos que incentiva os jovens de Sintra para os princípios do desporto? E a mentira? Como pode dar eco televisivo a algo que lhe sopraram ao ouvido com intenções manipuladoras? O Labaredas deitou-se tarde para escutar mais um debate futebolístico, mas valeu a pena.

«Aplaudo as claques do Benfica, comportaram-se exemplarmente». Importa-se de repetir, Dr. Fernando Seara? Onde estava quando foram lançadas várias tochas no sector visitante? Como pode bater palmas a algo que não existe? Como jurista e presidente de câmara devia saber que, ao contrário do F.C. Porto, o seu clube não tem associações de adeptos oficiais. Não quiseram legalizar-se, lembra-se? Como pode defender publicamente uma ilegalidade?

O desplante já se arrasta desde a semana passada. «Aquela explosão nos No Name e na bancada central (…) da claque do Benfica e da sua adesão permanente, mesmo nos momentos difíceis e nos locais difíceis (…)». Como na Trofa, quando lançaram uma tocha ao guarda-redes da equipa da casa? Os jovens de Sintra estão orgulhosos dos gostos pirotécnicos do seu presidente. O futebol com chama fica muito mais interessante, mas não é este fogo que o dinamiza.

Gostos não se discutem, mas mentiras não podem passar em claro. Para defender as claques ilegais do seu clube, o Dr. Fernando Seara referiu que estavam apenas cinco stewards no momento da revista aos adeptos. Na realidade eram 18, número considerado suficiente face à experiência do F.C. Porto decorrente da organização de eventos internacionais, entre os quais meias-finais da UEFA Champions League, merecedores de rasgados elogios por parte da UEFA.

Claro que o seu clube não sabe o que isso é. E, por isso, fica mal lançar um papagaio verde de bico encarnado para dar lições de uma moral que não conhece. Mas ao louro perdoa-se a ignorância. A um homem das leis é mais complicado.

 

09-02-2009 LABAREDAS

Terão existido dois jogos?

Confesso que a leitura diária dos jornais me reconforta. É interessante perceber que a inveja continua a comprometer a seriedade e a cegueira a subverter os princípios da profissão. Será sempre assim no caso do FC Porto. É um excelente reflexo da nossa competência e não costuma justificar mais que um encolher de ombros. Esta segunda-feira, todavia, detive-me na primeira página da O Jogo. Fogo nela!

«Erro confirma líder». A manchete é suportada pela unanimidade do Tribunal de Árbitros, mas esquece que, aos 18 minutos, Reyes rasteirou Lucho González, como confirmam as opiniões dos três ex-juízes. Apesar de concordar com a decisão de Pedro Proença, António Rola diz que Lucho sofreu de facto um toque, mas deixa no ar a lógica da lei da vantagem. Não há lei da vantagem numa grande penalidade, caro Rola!

O Jogo fechou os olhos a duas evidências: uma grande penalidade e uma entrada violenta de Sidnei sobre Lucho González, que se enquadrava num cartão vermelho. Tudo isto ainda na primeira parte, com um empate sem golos. Não acham que mudaria por completo o clássico? Talvez o lance aludido na capa de hoje não merecesse sequer referência nas páginas interiores… Mas que importa isso? Para quem não é isento, de facto, não conta para nada… De relevar, isso sim, apenas o tom da ocorrência.

Será sempre assim, já o disse. O fogo do Labaredas, porém, não pode ser reprimido. É que no preciso momento em que lia os jornais, passei os olhos pelo resumo da RTP. A mesma lógica, desta vez com uma agravante: nem uma referência ou imagem do penálti sobre Lucho González. Perfeito para agradar a quem manda! O F.C. Porto, de facto, serve-lhes para tudo. Menos para serem felizes.

 

06-02-2009 LABAREDAS

Será desta?

Momento alto da temporada, clássico, estádio cheio, espectáculo.

Neste domingo todos os olhares desportivos vão estar centrados no Estádio do Dragão. Será desta que a Liga Portuguesa de Futebol Profissional decide entregar o troféu de Campeão ao FC Porto?

Após a leitura dos jornais dos últimos dias haveria muito para chamuscar, mas despertei com uma ideia em mente. Depois de muitas oportunidades desperdiçadas, o jogo de domingo apresenta-se como excelente oportunidade para a Liga depositar nas mãos do capitão dos Dragões o símbolo do esforço que valeu o Tricampeonato. De resto, dificilmente surgirá melhor momento, tendo em conta a queda para o mediatismo daquela entidade.

Será desta? Os Portistas e o Labaredas esperam para ver.

 

30-01-2009 LABAREDAS
A (falta de) coluna do senador

A coluna de hoje do senador vermelho do jornal A Bola fez-me recordar uma frase paradigmática de uma referência do futebol nacional. «Felizmente o Benfica, pelo menos, nunca teve esse contratempo da arbitragem». Ouvi-a da boca de Mário Coluna, no Trio d’Ataque desta semana. Se o Cervan a tivesse escutado, muito provavelmente optaria por outro conteúdo para o texto de hoje. Assim, expôs-se ao ridículo. O costume…

O Cervan é da Invicta, mas não deve ter brincado muito na rua. Devia estar permanente fechado em casa a decorar cartilhas políticas. Só assim o Labaredas compreende que não tenha sido influenciado pelos constantes festejos do Dragão ao longo dos últimos 30 anos. O F.C. Porto é, acima de tudo, o clube do 25 de Abril, o clube do Portugal livre que permite, por exemplo, que este cidadão tenha sido eleito para cargos políticos. Ainda não deu conta, caro Sílvio?

Onde estaria o «menino» Sílvio nos regressos apoteóticos de Viena e Tóquio? Como terá conseguido ficar indiferente ao «caos» gerado pelos heróis de Sevilha e Gelsenkirchen? Estava a roer-se de inveja, não era?

«Felizmente o Benfica, pelo menos, nunca teve esse contratempo da arbitragem». Mário Coluna, que o senador não viu jogar, como de resto também não assistiu a nenhuma vitória internacional do seu clube, foi grande. O senador é pequeno. Tão curto que chega ao ponto de colocar uma foto sua maior que o texto que assina na revista que dirige. Tanta vaidade, tanta azia, tanta cegueira…

O F.C. Porto é o presente, o senador é o passado. O F.C. Porto ganha muito, o emblema do senador perde muito. Os Portistas andam felizes, os outros andam frustrados. «Está tudo tão habituado, que já ninguém estranha». Bem dito, caro Sílvio! Touché.

 

29-01-2009 LABAREDAS
Merece comentário?

Depois de uma entrada em cena que dispensou aviso prévio, tempo agora para as apresentações: sou o Labaredas e estou pronto para soltar fogo sobre temas da actualidade que envolve o F.C. Porto. Os Portistas podem esperar chamas atentas e oportunas. E há muito desvario para «chamuscar».

O calendário desportivo avança e o F.C. Porto permanece em quatro frentes competitivas. Contra tudo e contra todas… as opiniões. À míngua de argumentos para desdizer os feitos da nossa equipa, os comentadores apostam cada vez mais na falta de vergonha. É uma enxurrada patética.

Diz hoje um senhor que costuma debitar conhecimento na rádio do Estado e que até alimenta um blog, que o Nuno Gomes devia vir ao Dragão de elmo e armadura para enfrentar Bruno Alves…

Na TV igualmente paga pelos portugueses, a tal onde as dúvidas são transformadas em penáltis inequívocos, até os pivots estão preocupados com o facto de um treinador ter sido mais brando do que antes na análise ao jogo da sua equipa contra o F.C. Porto. Pudera, até ele ficou com dúvidas, ao contrário do que sucedera na reclamação anterior…

Outros ainda, no ambiente cabo que os amantes da bola pagam religiosamente para alimentar o negócio, confundem isenção com fanatismo, dando amiúde a cara como anti-fãs do F.C. Porto numa rubrica de jornal desportivo…

Também no cabo, há um comentador que consegue ser o único habitante do planeta a não ver motivo para grande penalidade num lance em que o jogador do Braga é arrancado pela raiz. Haverá jarra para tamanha falta de visão?

De quem narra os jogos da Taça de Portugal nem vale a pena falar… Não há palavras para descrever ou tempo para dispensar a quem se entusiasma com «o grande futebol» dos adversários do F.C. Porto, estejam eles a jogar bem ou não…

Enfim, o costume. Acicatado pelos sucessos do F.C. Porto e exacerbado pela pobreza de espírito.

 

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